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Segundas condições da ordem
para um Unconstrained
Máximo ou mínimo

A segunda condição familiar da ordem para um máximo relativo de uma função univariate f (x) no ponto crítico x=x0 onde o f'(x) =0 é que o segundo derivative nesse ponto deve ser negativo;


f "(x) < 0.

Do mesmo modo a segunda condição da ordem para um mínimo relativo é indicada geralmente para ser que o segundo derivative em um ponto crítico deve ser positivo. Como será mostrado abaixo, este é um oversimplification. Mas deixe-nos consideram a generalização destas circunstâncias às funções multivariate.

As segundas condições da ordem para um máximo relativo de uma função multivariate f (x1, x2,… o xn) são indicadas o mais convenientemente nos termos das propriedades da matriz de segundos derivatives,


S = (∂f2/∂xj∂xi) = fi,j

Neste momento alguma terminologia nova deve ser introduzida. Um menor de uma matriz é a determinante de um submatrix dado forma suprimindo algumas fileiras e colunas de uma matriz. Os n-th menores principais de uma matriz são esses dados forma suprimindo todas as fileiras e colunas exceto as primeiras fileiras e colunas de n. Assim o primeiro menor principal é a determinante de consistir do submatrix o que é deixado quando todos mas a primeiras fileira e coluna são suprimidos. Este é m1,1 justo para uma matriz M = (mi,j). O n-th menor principal para uma matriz do nxn é justo a determinante dessa matriz.

A condição para um máximo relativo em um ponto crítico é que a matriz S deve definitivo negativo. Isto prevalecerá se os menores principais de S alternarem no sinal., começando com valores negativos para o primeiro menor principal.

Para um mínimo a circunstância é que a matriz S deve ser positiva que definitivo e este prevalecerá se os menores principais forem tudo positivos.

Para uma função bivariate f(x, y) isto significa que para para um máximo relativo em um ponto crítico deve ser aquele


fxx < 0
e
fxxfyy - fxyfyx > 0.

Desde que fxy = o fyx esta última condição é indicado geralmente como


fxxfyy > fxy2.

A circunstância que fyy tenha o mesmo sinal que o fxx pode ser deduzido desta circunstância; isto é que o produto do fxx e o fyy devem ser positivos.

As condições para um mínimo relativo são aquela


fxx > 0
e
fxxfyy - fxy2 > 0.

Cuidado: A circunstância isso


fxxfyy > fxy2
 

é uma condição requerida para ter um máximo relativo ou um mínimo relativo. A menos que esta circunstância prevalecer não importa o que os sinais do fxx ou o fyy são.

Refinements

Na análise precedente o máximo relativo significou que o valor da função em um ponto crítico era estritamente mais grande do que os valores em pontos próximos. Se o máximo relativo for feito exame para significar que o valor da função no ponto crítico é mais grande do que ou o igual aos valores próximos então a condição na matriz S é que é semidefinite negativo. Do mesmo modo para um mínimo relativo que seja somente menos do que ou o igual aos valores próximos a condição em S é que deve semidefinite positivo.

Deixe-nos ir para trás agora ao exemplo simples de uma função univariate f (x). Que se, no ponto crítico, f " (x) = 0? Faz este meio que o ponto crítico é um ponto do inflection. Não necessariamente; o ponto crítico podia ainda ser um máximo relativo. A fim dizer nós necessitaríamos olhar os derivatives seguintes da função no ponto crítico. Se o segundo derivative estiver indo dos valores negativos aos valores positivos (que corresponde ao terceiro derivative, o f'" (x) que é positivo no ponto), a seguir é o ponto crítico é um ponto do inflection. É também um ponto do inflection é o segundo derivative está mudando dos valores positivos aos valores negativos (o terceiro derivative que é negativo). Mas se o segundo derivative for negativo e vai a zero no ponto crítico e torna-se então negativo outra vez (correspondendo ao terceiro derivative também que é zero no ponto crítico) então o ponto crítico é um máximo relativo. Se o segundo derivative fosse positivo em pontos perto do ponto crítico e zero no ponto crítico (que corresponde a um terceiro derivative zero no ponto crítico) então o ponto crítico seriam um mínimo relativo. Assim a fim determinar a natureza de um ponto crítico em que o segundo derivative é zero nós temos que olhar o valor do terceiro derivative. Se for nonzero então o ponto crítico é um ponto do inflection. Se fosse zero poderia ser um máximo ou o mínimo que depende em cima do valor do quarto derivative no crítico aponta.

Pôde-se parecer que as segundas condições precisas da ordem para um máximo poderiam ser formuladas nos termos do derivative nonzero seguinte. Entretanto, há um exemplo do teste que mostre como difícil é fazer as segundas condições da ordem precisas. Considere a função


f (x) = exp[- 1/x2]

Esta é uma função perfeitamente razoável que tenha um mínimo em x=0. O problema é que todos os derivatives desta função no x= 0 são zero. A função tem um mínimo bem definido em x=0 mas é “infinita lisa” em x=0.


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